PET B HOME - O PERIGO DE UM GOLPE DE CALOR, NO SEU ANIMAL
O PERIGO DE UM GOLPE DE CALOR, NO SEU ANIMAL
O golpe de calor ocorre, quando há um aumento marcado e prolongado da temperatura corporal, secundário à exposição excessiva ao calor, o que pode ser fatal.

O verão está a chegar e com ele os dias de calor.

Principalmente nestes dias quentes, não nos podemos esquecer dos nossos patudos, que sofrem muito com o calor sendo, por esse motivo, necessário haver cuidados redobrados.

A regulação de temperatura nos cães é feita de maneira diferente que no ser humano, uma vez que, estes não transpiram logo e por isso, não toleram tanto a elevação da temperatura. Eles, arrefecem o corpo através da respiração (arfar), aumentando a frequência respiratória, as almofadas plantares e as zonas de pouco pêlo também ajudam no processo de arrefecimento corporal.

O golpe de calor ocorre, quando há um aumento marcado e prolongado da temperatura corporal, secundário à exposição excessiva ao calor, o que pode ser fatal.

É mais comum nos meses de Verão, em cães braquicéfalos, obesos, geriatricos, de pelo comprido, contudo, pode acontecer a qualquer animal.

Numa fase inicial, o animal começa a ficar mais agitado e ansioso, não responde a estímulos, revela uma sede excessiva, as mucosas ficam pálidas, pode vomitar e salivar. À medida que a situação progride, ocorre um aumento da dificuldade respiratória, as mucosas ficam cianosadas, o animal fica desorientado e fraco e em situações mais graves o animal pode colapsar e entrar em coma.

Quando o animal aparenta estar com sinais de golpe de calor, deve ser transferido para um sítio fresco, de preferência para uma zona com ar condicionado ou bem ventilada de forma a poder arrefecê-lo. Deve-se oferecer água em pequenas quantidades até que o cão receba assistência veterinária.

Para prevenir o golpe de calor, o cão deve ter sempre água limpa e fresca à disposição, acesso a sombras, especialmente nos dias mais quentes.

Opte por fazer o passeio regular em horas de menos calor e em zonas abrigadas, fazendo-se sempre acompanhar de água.

Artigo escrito por Sara Calisto, médica veterinária.

PET B HOME | 2022-08-03
VOLTAR